sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Au Revoir

Ultimamente estou econômica com palavras, o que não é muito bom...

Então vou dar umas férias aos meus poucos leitores. Qualquer dia ainda volto para dar o ar da desgraça.

Você está aqui.
Você queria estar aqui.

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... oh, the sweetest thing. [?]

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Acho Fueda

Vou visitar nossos hermanos, mas volto num pulo! Hasta la vista baby, don't cry for me Argentina!
E bom carnaval pra quem gosta.



Mi portuñol es mucho bueno!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Mãe Diná do SMS


São 23:32h. Eu olhei pro celular, me deu uma sensação estranha... abri, vi que não tinha nada, fechei. Coloquei na escrivaninha aqui na frente de novo. Vibrou! Uma mensagem sua...


Pedido de desculpas aceito.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Apocalipse

Socorro! As Forças do Mal estão dominando a Terra!


Eu... eu... eu nem sei o que dizer. Estou em pânico.

[mais sinais do fim do mundo]

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Friday the 13th

Hoje é um dia interessante...
A superstição com o número 13 (seja ela boa ou ruim), tem em todo lugar do mundo. Aí ela se soma com a superstição das sextas-feiras, e dá nisso...

Eu já fiquei num hotel uma vez que não tinha o 13º andar! E, acredite se quiser, uma tia do meu pai não sai de casa numa sexta-feira 13.

Eu não vejo muitos problemas. Ontem tava conversando com um amigo meu e ele disse que queria encontrar o Jason hoje. Eu acho o Jason um pastelão. Se fosse pra encontrar alguma criatura diferente, eu não escolheria nem ele, nem alguma bruxa famosa, nem algum espírito do mal... eu escolheria um vampiro, de leve. Sei que não tem muita coisa a ver com a data, que vampiro tá mais pra Halloween, mas eu gosto!

Então pronto, decidido. Saio eu, de vampira, com meu gato preto e meus amigos Loki, Frigga, Freddy e... tá, o pastelão do Jason também pode ir. Aí vamos quebrar espelhos, passar embaixo de escadas, abrir guarda-chuvas dentro de casa...


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Você sabia...?

- Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13. O medo específico da sexta-feira 13 (fobia) é chamado de Paraskavedekatriaphobia ou parascavedecatriafobia, ou ainda frigatriscaidecafobia.
- Sexta-feira, 13 de Dezembro de 1968: O governo militar do Brasil decreta o AI-5.
- O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.
- A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma sexta-feira 13 de 1972.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Sai da Minha Aba

Acho tão fenomenal quando alguém bica numa foto e vira praticamente a atração principal dela! Porque algumas fotos não teriam graça, se não aparecessem os "figurantes"...

É o caso de uma que eu descobri aqui nos meus arquivos. Dá até pra contar uma historinha homenageando o gaúcho desconfiado que apareceu...


Estávamos andando naquelas bicicletas de quatro rodas, que mais parecem uma charrete impulsionada por força humana.
Fomos de laço a laço pedalando forte, peleando com a bicicleta, gastando pólvora em chimango!
Click. Tira a foto. Mal enquadrada, mal focada...
E eis que nela surge um olhar profundo, de um gaudério de aspa-torta (sacudindo os arreios em seus pensamentos). E aí, o que será que ele pensava?


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[Não entendeu bulhufas?? Nem eu! Clica aqui pra dar uma clareada...]

E aproveito pra dizer que isso não é uma defesa aos bicões de plantão! Porque, como diria Cazuza: não há perdão para o chato. E aqui também está a prova disso.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Just a Thought


" (...) Vem para que eu possa (...) abrir armários, mostrar fotografias, contar dos meus muitos ou poucos passados, futuros possíveis ou presentes impossíveis, dos meus muitos ou nenhuns eus. Vem para que eu possa recuperar sorrisos, pintar teu olho escuro com kol, salpicar tua cara com purpurina dourada, rezar, gritar, cantar, fazer qualquer coisa, desde que você venha, para que meu coração não permaneça esse poço frio sem lua refletida. Porque nada mais sou além de chamar você agora, porque tenho medo e estou sozinho, porque não tenho medo e não estou sozinho, porque não, porque sim, vem e me leva outra vez para aquele país distante onde as coisas eram tão reais e um pouco assustadoras dentro da sua ameaça constante, mas onde existe um verde imaginado, encantado, perdido. Vem, então, e me leva de volta para o lado de lá do oceano de onde viemos os dois.".



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Maria-Ninguém Entrevista

Essa noite eu sonhei que eu era apresentadora de um programa no GNT (sim, pode rir)...
Considerando que era eu quem apresentava, não devia ter nada de útil no conteúdo. Mas como eu também não posso perder uma chance de me ridicularizar, pensei em "tirar uma foto" do meu sonho.
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Fala sério, eu podia muito bem pegar o lugar da Marília Gabriela! Hâ.

Credocorrorxôlargádesêatoa, beijos.

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[Foto original]

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Preguiça de escrev...

Abrir os olhos. Travesseiro, criado, celular, merda já são 11 da manhã!, teto, ventilador, lençol, chão, pés. Pausa. Parede, janela, quarto bagunçado, chão, tapete, janela. Pausa. Banheiro, pia, torneira, água, escova e pasta de dentes, espelho. Pausa dramática. Credo to igual o Valderrama!, janela, toalha, corredor, sala, cozinha, armário, chocolate, geladeira. Pausa. Janela, chão, sala, tv, janela... chão... janela... chão. Pausa.

Nada como passar o dia inteiro dentro de casa querendo sair. Me sinto um acúmulo de cúmulos.


"Janela" pra se sentir out estando in.
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preguiça de escrever, preguiça de viver.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

(silêncio)

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It speaks for itself...

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Sabe... nunca pensei que, tendo tanta coisa pra dizer, alguém conseguiria me deixar sem palavras.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

The Booze and The Boobs

Hoje eu tava com uma idéia fixa na cabeça: fevereiro. Já tá aqui, esse danado. Chegou e, mais rápido do que todos os outros, vai embora.

Mas isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que fui procurar uma imagem pra me inspirar... e fiquei chocada.

Alguém aí já tentou procurar a palavra fevereiro no Google Imagens? Pois eu ri muito quando vi escrito "Pesquisas relacionadas: carnaval". Quem quiser a prova, tá aqui...


E como a minha fascinação com a fama brasileira não parou por aí, eu resolvi ir além... e procurei como seria representado o nosso carnaval para os falantes da língua inglesa...


Aceitemos, man: ele se resume a peitos e bundas espremidos em fantasias de gosto duvidoso... Oh, of course, don't forget the sámmba and the kaipirriña!
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*Clique nas imagens para comprovar "ao vivo".

sábado, 31 de janeiro de 2009

Master Elisbelt Super Pro

Ai, mundo cruel...
Por sua culpa inventaram o Liquify, mundo cruel!


P.S.: não é feitiçaria, é tecnologia!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Banguela de Bengala na Banguela

Eu simplesmente A-DO-RO pegar foto de gente banguela no Corbis ou no GettyImages e ficar consertando a dentadura deles... olha, é uma terapia.
Principalmente quando você não tem nada coisa melhor pra fazer.
Mas é ainda mais divertido quando você faz uma montagem ao melhor estilo Transformação ("e agora, o antes e o depois...").

NOOOSSA, que post inútil, tchau.


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Dear F*cking Diary


Ando muito ranzinza ultimamente. Pensativa demais. E já perceberam que pensar muito nem sempre é bom? Pra mim, nunca é bom.

Penso na vida e no que as pessoas fazem com ela. Penso nas bobagens que eu fiz e... ok, sempre tenho a impressão que só tenho bobagens no meu currículo. Penso muito em sentimentos. Acho que eles são contagiosos, principalmente a tristeza e a alegria.

Penso muito na solidão, talvez porque seja a solidão que me obrigue a pensar. Às vezes me sinto só, mesmo em algum lugar cheio de gente. Neste momento, estou sozinha e também estou só. Acontece.

Relembro de alguns momentos em que eu achei que fosse morrer de felicidade... e até poderia. Morrer feliz é privilégio para poucos. E penso em momentos como esse... algo acaba de se romper. Eu até espero um milagre, algo que venha reatar o laço. Algo... ou alguém.

Sou uma pessoa complicada, mas me cerco de uma qualidade admirável: sou razoavelmente justa. Mesmo que eu quisesse (e como eu queria!) manter o que foi rompido, não seria justo. Porque eu me dava inteira, mas recebia só metade. Em que mundo capitalista isso seria possível e aceitável? Afirmo que em nenhum, mas o meu coração subversivo agüentou o quanto pôde. Agüentou com tanto prazer e tanta alegria, que é até difícil admitir quanta tristeza também havia. E quando começamos a rimar, é sinal que o assunto tem que mudar!

Então chega. Quem sabe venham mais melodramas no próximo post...

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... will you count me in? (?)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Vestindo a Armadura

Hoje acordei com uma música da Pitty na cabeça. E eu não sabia por nada o nome da música, porque eu não sou exatamente fã dela... só lembrava que o clipe era uma animação lindinha com um homem de lata meio "às avessas", porque ele acaba se livrando do coração que tem. Daí achei a bendita música e acabei prestando atenção na letra, fiquei comovida com a história do clipe e resolvi me fazer de Tin Man. Foi divertido, apesar de ter ficado um lixo.

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Tim Woodsman: Now I know I have a heart, because it's breaking...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ohmmmm...

Vou dizer uma coisa: essa minha mania de escutar 739872899 vezes seguidas a mesma música... é um saco. Até eu me canso. Fico exausta.

Tenho que aprender a meditar, urgente!


Como estímulo pro meu mais urgente aprendizado, vai essa montagem de recorte chato e detalhes relevantes, que eu fiz há um tempinho atrás. Estímulo porque inspira paciência e tranqüilidade, duas qualidades que muito me faltam.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Doctor, He's Not Breathing!

i* diz:
véi o pinto dele é roxo
i* diz:
fhdsuiahfsdoihfuisdhfiudaos
i* diz:
que cor estranha aquilo tinha
i* diz:
meu DEUS
c. diz:
hsauioheuihweaeuihewaiuawe
(...)

i* diz:
eu falava
i* diz:
certeeeeeza que tá morto
i* diz:
fdashufidshuifdshaiofdshuiofashdfsdoi
c. diz:
HSAUIHUIAHSJKSHKJLDSHDLSJAHEIOUHWEIUOWA
(...)

i* diz:
nossa senhora
i* diz:
e eu pensava meu Deus... acordei cedo pra ficar vendo isso tão de perto cara a cara eu não mereço
(...)

i* diz:
PORQUE MEU DEUS?!
i* diz:
POOOOOORQUEEEE?!?!?!
i* diz:
eu falava ... véi o pinto do homem tem
catalepsia.
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... ah, Isadora, como eu ri.

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domingo, 18 de janeiro de 2009

All Good Things

Prezado Amor,

estou te escrevendo esta carta porque estou um pouco decepcionada com você. Você é um sentimento tão bonito! Por que ser tão complicado? Aliás, minto... você não é complicado. São as pessoas que te complicam. Porque o ser humano é burro. Tem mania de colocar coisa onde não tem, mania de fazer tempestade em copo d'água...

Eu, então, vou te confessar uma coisa: sou o escândalo em pessoa. Não posso achar uma coisinha mínima, que ela vira uma monumental e histérica sinfonia de gritos, ofensas, palavrões, saliva excessiva, choro convulsivo, novela mexicana.

Sabe, acho que não sou madura emocionalmente. Ou talvez eu esteja tão abarrotada de você, Amor, que esse seja o seu jeito de não me sufocar. É isso... você transborda de mim dessa maneira horrorosa pra me deixar respirar, ficar segundos sem você e sentir sua falta loucamente mais uma vez. E começar tudo de novo...

Boa tática. Mas olha, isso tá acabando comigo. As pessoas não me suportam, nem eu mesma me suporto. Às vezes, é como se eu saísse do meu corpo nessas horas, e ficasse ali olhando a cena de cima, pensando "nossa, que pessoa ridícula... opa, espera aí... essa pessoa ridícula sou eu!". Mas aí já é tarde demais.

Por isso, e voltando ao foco desta carta, é que estou escrevendo: pra pedir um tempo. Só que agora eu me toquei que não é de você que eu preciso me afastar, Amor. É de mim mesma. Mas mesmo assim quero que você leia essa carta e faça sua parte... me ajude a não surtar por ter você comigo e não poder te dar pra alguém. Fica aí quietinho no seu canto, ainda existindo e lindo como sempre há de ser, mas não se exponha. Não fique querendo sair, nem ache que as pessoas vão entender. Elas não entendem.

Então combinado. Obrigada por não ter desistido de mim, Amor. Poucos têm essa mesma coragem, poucos têm essa mesma disposição.

Atenciosamente,

Crazy Bastard.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Sobre Urubus e Beija-Flores

"... olhei através do vidro da janela e o que vi — inacreditável — um urubu, sim um urubu, batendo furiosamente as asas como se fosse um beija-flor, diante de uma flor de alamanda sugando o melzinho. (...) O urubu, ao ver meu espanto, pousou no galho de uma árvore de sândalo e começou a se explicar (...).

'Sofro muito. Nasci diferente. Urubu, todo mundo sabe, gosta de carniça. Basta que se anuncie carcaça de algum cavalo morto, os olhos dos urubu ficam brilhando, a saliva escorre pelos cantos do bico, a língua fica de fora — e lá vão eles churrasquear. Urubu acha carniça coisa fina, manjar divino! Eles não a trocariam por uma flor de alamanda por nada nesse mundo!

Mas eu nasci diferente. Meus pais, coitados, morreram de vergonha quando ficaram sabendo que eu, às escondidas, sugava o mel das flores. Compreensível. O sonho de todo pai é ter um filho normal, isto é, igual a todos. Urubu normal gosta de carniça. Eu não gostava. Era anormal. Fiquei sendo objeto de zombaria. Na escola, logo descobriram minhas preferências alimentares. É impossível esconder. Se todo mundo está comendo carniça e você não come, que explicação você pode dar?

Aí meus pais começaram a sofrer, pensando que eu era assim por causa de alguma coisa errada que tinham feito na minha educação.

Me mandaram para o padre. (...) Saí de lá me sentindo o mais miserável dos pecadores. Mas o medo não foi capaz de mudar o meu amor pelas flores. (...) Meus pais me mandaram, então, para um psicanalista que cobrava R$120,00 por sessão. Todos os sacrifícios são válidos para fazer o filho ficar normal. A análise durou vários anos. Ao final, fui informado que eu gostava de mel porque odiava meu pai, a quem eu queria matar, para ficar sozinho com a minha mãe. Aí, além de pecador, passei a sofrer da maldição de Édipo. Continuei a gostar do mel da flores. Por isso estou aqui, no seu jardim'.

Houve um momento de silêncio e eu vi o que nunca havia visto: um urubu chorando. Notei que sua lágrimas não eram diferentes das minhas. (...)

E eu fiquei a pensar que o mundo seria mais feliz se todos pudessem se alimentar do que gostam, sem ter de se esconder ou se explicar. (...)"


Sobre Urubus e Beija-Flores
,
Rubem Alves (+)





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We might kiss when we are alone
When nobody's watching
We might take it home
We might make out when nobody's there
It's not that we're scared
It's just that it's delicate...

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Summer Breeze

(Look into your heart and you'll find love)


A melhor companhia. A qualquer hora. Em qualquer lugar.
No barulho ou no silêncio. Na bagunça e na organização.
Até que a morte nos separe. Amém.
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... all that is left is all that I hide. (?)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Cacatua Paraguaia

É incrível como o delírio anda juntinho com o tédio. Hoje pensei que seria bom saber voar. Ser um passarinho. Convenhamos, apesar da cloaca desenfreada, as aves têm um espírito super livre (quando não dão o azar de serem pets)! E eu as invejo, confesso.

Mas esse não é o ponto. O ponto é que eu viajei em ser uma cacatua (OMG, não parecia uma idéia tão ridícula antes de escrever). E eu quis me fantasiar de cacatua, nem que fosse por meios digitais. Procurei a foto, tentei fazer, e não deu. To fora de casa, num computador com um simples Paint, um mouse ruim e toda minha coordenação motora desprovida de talento para as artes.

De qualquer maneira, só pra ilustrar a minha vontade de ser uma bendita cacatua, vai um rabisco:


Pra cantar depois de ler o post, fazendo cara dramática e fechando as mãos junto do peito:

I believe I can fly, I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away...

Ai, to brega, tchau.